Estamos em 2017, foi atualizada,
com revisão feita pela deputada federal Mara Gabrilli, que é tetraplégica e
representa os milhões de pessoas com deficiência, no Brasil. Segue o link: http://maragabrilli.com.br/legislacao/.
Assim mesmo, o mercado de
trabalho continua contratando para preenchimento de cotas e não possuem plano
de desenvolvimento. Pior: oferecem atividades laborais aquém da capacidade,
habilidade e potencialidade em relação à formação desse individuo com deficiência.
São raras empresas que dão oportunidade para eles de acordo com a graduação
escolhida para o exercício de suas atividades laborais que escolheu para atuar
com prazer.
Não é desagradável trabalhar em
uma coisa que não gosta, ou em uma empresa onde existem pessoas preconceituosas,
ou em empresa que não valoriza pessoas com deficiência não dando oportunidade
de carreira, ou com um chefe insuportável ou psicopata? Pois é....
Tudo começa com os treinamentos
promovido pela área de recursos humanos para esclarecer quem são as pessoas com
deficiência e as suas habilidades e como interagir com elas, minimizando os
mitos sobre eles e os preconceitos culturais e comportamentais. Assim como, a
meu ver, é a área quem deve solucionar e promover mudanças comportamentais nas
relações laborais entre as pessoas com deficiência e os colaboradores, a
começar pelas lideranças.
Os que nasceram com deficiência,
na vida adulta já possuem outras habilidades para compensar aquele órgão sensorial
ou membros paralisados ou amputados que aplicam com eficácia e os que nasceram
pessoas ditas “normais” e que ficaram com algum tipo de deficiência, com
reabilitação, em ambos casos, podem ser perfeitamente aproveitados em
atividades laborais os quais se identificam e que gostam de executar com
qualidade e prazer.
Já ouvi e continuo ouvindo
pessoas com deficiência insatisfeitos em suas atividades laborais, porém eu
sempre os recomendo a aprender essas atividades por ser um ponto favorável que
poderá encontrar um trabalho melhor e com média e alta complexidade, além de
ganhar um salário adequado de acordo com esse nível de dificuldade.
Se estão insatisfeitos, porque
não criam um movimento para ir a um lugar melhor? Porque essa acomodação e zona
de conforto?
Sem dúvida nenhuma que a situação
nova pode ser “conflitante”, porém é favorável para conhecer novas pessoas, adquirir
novas habilidades, conhecer novas realidades, conquistar novas felicidades e
entre outras novas... E quem perde é a empresa onde tem esse colaborador com deficiência
por não promover e reter talentos.

Esse tema deficiência e trabalho ajuda muito as pessoas que precisam buscar posicionamentos de suporte.
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